sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Iluminuras

Dois personagens e uma mesma paixão

Para muitas crianças o primeiro contato com a leitura é por meio dos gibis. Neles, histórias em quadrinhos que mexem com o imaginário infantil. Das peripécias de Mônica e Cebolinha às aventuras dos super-heróis, os HQs (histórias em quadrinhos) fascinam meninos e meninas. Nestablo Ramos é um desses aficionados por quadrinhos. Até que um dia o que lhe enchia os olhos passou a ser transcrito em folhas de papel. Logo nos primeiros rabiscos a constatação: daquelas mãos sairiam desenhos dignos de um artista. Bastavam poucos minutos de distração que logo saia uma ilustração. “Você começa rabiscando, depois você quer colorir os desenhos, quando você vê já está escrevendo as histórias.” Um hobby que, já na fase adulta, se tornou profissão. Arte que chega a milhares de estudantes da rede pública. 

Os quadrinhos também fizeram parte da infância do advogado, músico e poeta Helvídio Neto. Quando pequeno vivia na biblioteca do avô, onde teve o primeiro contato com os gibis. Aos dez anos os desenhos ficaram para trás e foram substituídos por uma paixão que veio à primeira vista: a música. O violão foi e ainda é seu parceiro fiel. Apesar da parceria, Helvídio encontrou no Direito um novo amor. Entre uma audiência e outra escreve poesias que viraram livros. O maior desafio é conseguir viver ao mesmo tempo o mundo da poesia, da música e do Direito: “eu brinco com meus amigos que queria ter várias vidas para viver todas com a intensidade devida.”

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Artigo 5º

Programa Artigo 5º discute a liberdade artística

A Constituição Federal determina que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença. O programa Artigo 5º desta semana mostra como artistas e artesãos podem desenvolver seu trabalho e casos em que precisam de autorização para expor a arte.

O tema é debatido com o advogado Zélio Maia, professor de Direito Constitucional, e com o professor Agnaldo Cuócco Portugal, mestre em Filosofia.

O professor Agnaldo explica que é importante preservar a liberdade artística: “O que a gente tem que evitar ao máximo é que o Estado se torne uma tutela daquilo que as pessoas devem ou não ver e apreciar. Isto tem que ficar realmente ao gosto da pessoa. Isto faz uma sociedade mais madura, mais diversa, mais interessante, mais justa”. Zélio Maia complementa: “Eu defendo a diversidade de ideias. Eu discordo de muita coisa que eu vejo. No entanto, eu reconheço que tudo que vejo e que eu discordo acaba me trazendo um aprendizado. O sentido crítico é que não pode ser abafado em hipótese alguma”.

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

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