Barriga de aluguel é o tema do Repórter Justiça

O presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, Adelino Amaral da Silva, explica o procedimento: "... a gente tem que fazer uma sincronia entre o ciclo da mulher que vai doar o óvulo e o embrião, com o útero da receptora. Então, via medicações hormonais, a gente coloca essas duas mulheres teoricamente no mesmo período menstrual".
Não existe legislação a respeito das técnicas de reprodução assistida no Brasil. Há uma década, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei para regulamentar a questão, no entanto, a discussão pouco avançou neste tempo.
O programa também faz um alerta: as mulheres que entregam o próprio útero em troca de recompensa financeira cometem um crime baseado em uma lei de 1997 sobre tráfico de órgãos. Em mídia impressa e até na internet, porém, são encontrados sem dificuldade, anúncios de mulheres que oferecem o aluguel da barriga em troca de dinheiro.
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