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sábado, 23 de março de 2013

Repórter Justiça

A luta contra a discriminação racial


Num país de tanta diversidade, a discriminação ainda é uma luta a ser vencida. Um problema que começou no passado e ainda não foi apagado. No mês que marca a luta contra a discriminação racial, o Repórter Justiça mostra que essa prática criminosa é cometida com mais frequência do que se imagina.

“A diferença básica entre uma injúria discriminatória e o crime de racismo é que a injúria discriminatória ofende a honra subjetiva de uma pessoa individualizada utilizando-se de expressões discriminatórias contra aquela pessoa, enquanto o crime de racismo é dirigido contra uma comunidade indeterminada de pessoas”, explica o promotor de Justiça Thiago Pierobom.

O programa vai falar ainda sobre a situação dos negros no Brasil e sobre as políticas públicas para atender essa parcela tão significativa da nossa população. Saiba o que o governo e a sociedade têm feito para promover a igualdade.

A repórter Daiane Garcez vai mostrar os trabalhos desenvolvidos pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SPPIR) e o movimento social Nosso Coletivo Negro. O programa falará também sobre o que prevê o Estatuto da Igualdade Racial. E você ainda vai conhecer histórias de pessoas que sentiram na pele o peso do preconceito, mas em vez de desistir, encararam a situação e relatam com orgulho a trajetória bem sucedida. Não perca!

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

sábado, 9 de março de 2013

Repórter Justiça

Mulheres: desafios, conquistas e poder

O Repórter Justiça desta semana é especial, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Vamos mostrar os desafios que as mulheres enfrentaram para ter direito à educação,  ao voto, a inserção no mercado e trabalho e participação na política. E como lidar com o preconceito?

“Eu já sofri preconceito por ser loira, por ser mulher, por ser nordestina. Por ser mulher, as pessoas duvidam da sua capacidade. Parece que, se for bonita, tem que provar diuturnamente a sua competência para justificar o fato de você ter o cargo que você tem. Eu tenho muito orgulho da minha história, sobretudo, porque eu passei em todos os concursos que eu fiz e, em todos, com posições de destaque. Eu tenho orgulho de dizer que eu não precisei pedir favor a ninguém, conta Roberta Fragoso, procuradora do Distrito Federal (DF).

Pesquisas recentes apontam que há uma tendência de aumento do número de mulheres no setor jurídico e o sexo feminino está cada vez mais presente em cargos de destaque. Você vai conhecer a jovem que começou a carreira trabalhando como empregada doméstica para ajudar nos estudos e se tornou ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e as pioneiras nos comandos do Supremo tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Vai ver também que o TSE agora tem maioria feminina.

“Quando há muito ainda a conquistar no sentido de igualdade, de todas as formas de igualdade, aqui temos já uma demonstração de que o Brasil caminha no sentido de propiciar condições, oportunidades para que homens e mulheres possam galgar os cargos”, destacou a Ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte.

A repórter Daiane Garcez vai contar ainda a trajetória da Roberta, da Joênia, da Luislinda e da Maria da Penha. Quatro mulheres que usam as experiências de vida e profissionais em prol da sociedade.

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

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