Fórum debate sobre as cotas raciais nas universidades brasileiras
No programa, Zulu Araújo lembra que a Organização das Nações Unidas estabeleceu o regime escravocrata como crime de lesa-humanidade e recomendou aos países que busquem medidas, mecanismos, políticas públicas de reparação. "Precisamos corrigir esse crime que foi cometido", defende Zulu.
Já Roberta Fragoso explica que não é contrária às políticas de ações afirmativas, mas como a política das cotas está sendo feita. "A UnB (Universidade de Brasília) implementa cotas só raciais, sem qualquer critério de renda. Pouco importa se o candidato é pobre ou não. Ou seja, o filho de um embaixador negro, por exemplo, vai ter acesso privilegiado à universidade em relação a um branco pobre que sempre estudou em escola pública", acrescenta a advogada.
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