sábado, 28 de dezembro de 2013

Repórter Justiça

Boa notícia: cigarro perde espaço no Brasil

O programa Repórter Justiça desta semana fala sobre os males que o cigarro causa à população mundial. Problemas que são conhecidos pelos fumantes e combatidos pelas autoridades. No Brasil, o governo gasta, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 21 bilhões de reais por ano para tratar doenças relacionadas ao fumo. As leis brasileiras se multiplicam na tentativa de reduzir o número de fumantes. Uma política de preços crescentes para o cigarro faz parte da estratégia do governo.

O poder avassalador do tabaco preocupa especialistas em todo o mundo. A estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que cinco milhões de pessoas morram por ano em decorrência de males causados pelo fumo. A OMS prevê que, até 2030, esse número deve chegar a 10 milhões de vítimas.

Para Guilherme Almeida, representante da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT),  um dos responsáveis por esse problema ainda é a publicidade. “As embalagens de cigarro são verdadeiras inovações recentes onde você encontra embalagens metalizadas, coloridas, apelativas e com capacidade de sensibilizar criança e outros consumidores, porque elas se assemelham muito a outros produtos próprios dirigidos para crianças. Hoje, a embalagem de chiclete e cigarro são muito próximas, em termos visuais, adotado pelas empresas,” afirma.

Fonte TV Justiça:  http://www.tvjustica.jus.br/

Fórum

Lei Berenice Piana completa um ano

Na data em que completa um ano de sua publicação, a Lei Berenice Piana é destaque no programa Fórum. A norma 12.764/2012 foi sancionada em 28 de dezembro de 2012, ela institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e leva o nome da mãe de um garoto autista, hoje com 19 anos. Desde que recebeu o diagnóstico do filho Dayan, Berenice luta pelos direitos do seu filho e de outras pessoas que passam pela mesma situação.

Para falar sobre o assunto, o jornalista Willian Galvão recebe o juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) Álvaro Ciarlini, que afirma que é fundamental ter norma jurídica que instituí politica pública e cria a possibilidade de implementar uma série de programas para resguardar esses direitos.  Ele faz um alerta, “a lei é o primeiro passo que estabelece uma política pública que asseguram direitos. Agora precisamos de orientação em torno das providências a serem tomadas no que diz respeito ao interesse das pessoas e a execução de fato”.

As maiores dificuldades encontradas por quem convive com autistas é o tratamento, a inexistência de medicamentos e a inserção social. Gradativamente as leis estão conseguindo dar um amparo maior para essas pessoas. A presidente da Associação Brasileira de Autismo, Comportamento e Intervenção do Distrito Federal (ABRACI-DF), Lucinete Andrade, compara o diagnóstico do autismo com uma árvore - onde o tronco é o Autismo clássico e os galhos são assemelhados, por exemplo, a Síndrome de Asperger - autismo de alto funcionamento e o autismo atípico. Ela explica, ainda, que os tratamentos são caros e, até hoje, não existe padronização para tratar o autismo.

Para Lucinete Andrade, “os pais devem tomar cuidado com as diversas especulações que existem sobre abordagens no âmbito das terapias. Direcionar o tratamento e unificar tem sido hoje a melhor escolha”.

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

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