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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Refrão

Brasiliense de alma carioca

Cantora, compositora e atriz, a sambista Renata Jambeiro é a convidada do programa Refrão desta semana. Conhecida pela influência africana nos seus trabalhos, a artista lançou seu terceiro disco no ano passado.

“Fogaréu” é o nome do álbum que traduz o calor do samba e a interpretação de Renata durante os shows. Gravado no Rio de Janeiro, é o primeiro trabalho com raízes cariocas. Com bagagem internacional, a brasiliense já se apresentou na França, África e Alemanha. “A música leva a gente para lugares que a gente nem sabia que era nosso sonho conhecer”, afirma Renata.

O Refrão é neste domingo. Você não pode perder!

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Refrão

Psiqué do Rock interpreta clássicos dos anos 80 e 90

O músico Régis Révan e o percussionista Cristiano Savafért fazem parte do grupo Psiqué do Rock. Com o apoio do ator Flávio Lima, que faz o papel de um psicanalista, eles interpretam clássicos que marcaram toda uma geração nas décadas de 80 e 90.

Para Régis, o trabalho, que começou nas ruas há dois anos, é uma releitura de canções que fizeram sucesso entre os jovens 30 anos atrás. “A ideia não é tocar nada como se fossemos uma banca cover. É trazer, de fato, um diferencial musical, uma interpretação nova”.

O músico reforça, também, que a música e um bom bate-papo acabam sendo pano de fundo para outras reflexões durante os encontros. “A gente vai tendo uma reflexão a partir dessas canções que, antigamente, cantávamos por cantar e, hoje, fazem muito mais sentido”.

Você não pode perder!

Refrão: é na música que a gente se entende!

Para entrar em contato com a produção do programa, envie e-mail para refrão@stf.jus.br.

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Refrão

A jovem promessa do bandolim
O jovem Ian Coury completa, em 2016, 15 anos de idade. Mesmo com tão pouca idade, já é considerado uma das promessas do bandolim. É sucessor dos grandes nomes desse instrumento no país. Suas influências são os bandolinistas Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo e Jacob do Bandolim. O ritmo escolhido por Ian é o choro. Mas jazz e country também fazem parte do repertório.

E já que o assunto é repertório, Ian não apresenta apenas clássicos do choro, como Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Benedito Lacerda e Rossini Ferreira, mas também novos instrumentistas representantes da música brasileira, como o ídolo Hamilton de Holanda. Além disso, o jovem músico tem composições autorais para mostrar. Ele é autor de dois choros. Um compôs aos dez anos de idade: “Escaleando”. O outro, “Pai e Mãe”, foi composto por ele aos 13 anos, em homenagem a seus pais.

E quem acha que o garoto já “nasceu” tocando bandolim se engana. “Quando eu tinha uns seis, sete anos, meu pai perguntou se eu queria tocar cavaquinho. Eu nem sabia o que era cavaquinho”, conta Ian Coury. Aos sete anos, depois de um “empurrãozinho”, iniciou o aprendizado no instrumento que recebeu de presente do pai.

Logo em seguida passou a se dedicar ao bandolim, outro instrumento de que nunca ouvira falar. A troca veio por sugestão de um dos mestres do bandolim no Brasil, Armandinho Macedo. Ian conta que durante o intervalo de um show de Armandinho Macedo, resolveu conversar com o artista, que o convenceu a trocar o cavaquinho pelo bandolim.

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domingo, 31 de janeiro de 2016

Refrão

A força da MPB traduzida no piano, voz e violão
 
Como o próprio nome sugere, Cais Trio é o encontro de três músicos que mesclam a harmonia do piano de Daniel Baker, a voz suave de Leonel Laterza e o violão de Paulo André Tavares.

Juntos desde 2003, passeiam nas ondas dos grandes cantores brasileiros com um repertório que vai do choro à toada, bossa, balada e bolero. Entre todas as faixas existe uma identidade marcante na execução e nos arranjos. A música “Bons Ventos” vem das influências musicais de Minas Gerais e de Milton Nascimento, Toninho Horta, Joyce e Maurício Maestro.

O amadurecimento musical e a parceria entre os músicos fez surgir o DVD Cais Trio. O trabalho conta com participações especiais das cantoras Ellen Oléria e Simone Guimarães, além dos músicos Ocelo Mendonça (violoncelo), Hamilton Pinheiro (baixo) e Léo Barbosa (percussão).

Daniel Baker, Leonel Laterza e Paulo André Tavares têm uma definição simples para o encontro neste projeto, “nenhum deve sobressair ao outro. Todos têm seu destaque”.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Refrão

No verão, o Refrão traz o som que vem da Bahia
 
Seja como apreciador de música ou mesmo como cantor, Diego Azevedo é eclético. Bebe de várias fontes e ritmos: pop rock, MPB, reggae e por aí vai. Mas agora ele trabalha sua vertente musical baiana. O cantor se dedica ao seu novo projeto chamado “Baile Baêa”. Nele estarão todas as suas influências e experiência no ritmo baiano.

Depois de participar de um programa de música na TV, Diego Azevedo conheceu a cantora Claudia Leite. A partir desse contato teve a oportunidade de subir no trio elétrico da cantora para se apresentar com ela no carnaval de Salvador na Bahia.

O cantor vem de uma família de músicos. Aos seis anos começou a cantar, teve aulas de violão, entrou na Escola de Música de Brasília, onde estudou canto e contrabaixo. Com os primos fez parte da banda “Fator RH” conhecida pelos embalos do Pop Rock. Mais tarde, foi vocalista da Banda KaraJah Reggae, depois decidiu seguir a carreira solo, iniciou cantando MPB e agora se dedica ao axé music.

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domingo, 17 de janeiro de 2016

Refrão

Poesia musicada em vários ritmos

Poeta, ator e cantor. Essas são as vertentes profissionais do artista Sander Venttura. A paixão pela literatura despertou seu dom para a poesia. Por fim, foi só misturar as vocações de tocar e cantar e pronto! Resultado: músicas que misturam ritmos regionais e populares recheadas de poesia.

Assim também é o álbum “Música de Sol e Raça”. O trabalho é repleto de pluralidade musical, característica predominante nos ritmos brasileiros. Rock, baião, reggae e samba são alguns estilos explorados pelo músico.

“Música de Sol e Raça” foi totalmente lançado por meio virtual. Sander Venttura conta que a ideia de lançar o álbum só pela internet foi pensada a partir do enorme alcance que essa ferramenta proporciona aos músicos. Ele costuma dizer que "as pessoas já não compram mais CD's . Hoje, eles são meros cartões de visita e apresentação”. “Além disso, a música pode viajar longe e mais rápido", ressalta o cantor.

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domingo, 10 de janeiro de 2016

Refrão

Foco, força e fé nas batidas do Rap

Assim como muitos jovens, José Tiago Sabino Pereira, conhecido artisticamente como Projota, queria fazer a diferença. Começou a carreira de cantor aos 12 anos de idade. Participava de batalhas de MC’s, aos 16 anos decidiu que seria mesmo um rapper. E foi no Rap que expressou suas opiniões, paixões, angústias e críticas sociais.

Suas letras, sempre impactantes, trazem mais que rimas. Elas vão além, traduzem o cotidiano da periferia, a violência, a opressão as dificuldades. Um exemplo é a música “O Homem Que Não Tinha Nada”, de sua autoria com a participação da cantora Negra Lee, além das composições “A Rezadeira” e “Pra Não Dizer Que Não Falei do Ódio”. Projota passeia por outros sentimentos nas músicas “Enquanto Você Dormia” e “Cobertor”, estas com a participação da cantora Anitta.

Ele mesmo é o produtor de boa parte de seu trabalho. Por muito tempo, produzia e publicava seus sons na internet. O resultado era imediato e as novas gerações assimilaram bem sua proposta. Não demorou muito e suas batidas estavam embalando festas e programas de rádio em todo o país. “Com Foco, Força e Fé”, título de uma música e de um álbum, sua rotina evoluiu para um cenário mais profissional: assinou contrato com a gravadora Universal Music. O primeiro trabalho gravado em estúdio, em 2014, tem as participações de Marcelo D2, Negra Lee e Dado Villa-Lobos.

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domingo, 3 de janeiro de 2016

Refrão

Dezessete anos de Rock
Dezessete anos de estrada e várias formações. Desde fevereiro, a formação de 2015 conta com Érika Martins (voz, guitarra, teclado e percussão), Fred (bateria) e Melvin (baixo) acompanhando o vocalista e guitarrista Gabriel Thomaz. Gabriel, além de ter formado a banda nos idos de 1997, é o único que permanece desde o início do Autoramas.

Ao longo de sua história, a banda rodou vários países. Já fez shows nos Estados Unidos, México, Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Suíça e Itália.  A pegada é o rock’n Roll contagiante misturado aos anos 60, new wave, jovem guarda. Tudo com muita energia e uma pancada de empolgação durante as apresentações.

É considerada uma das mais bem-sucedidas bandas no cenário independente do país. Na bagagem, o Autoramas já têm seis álbuns, dois DVDs, além de muitas músicas em singles e coletâneas. Para 2015, já tem a promessa do novo trabalho, “O Futuro dos Autoramas”.

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domingo, 27 de dezembro de 2015

Refrão

S'imbora, o Musical
Wilson Simonal foi dos grandes nomes da música brasileira nas décadas de 1960 e 1970. Negro e pobre, teve sua vida transformada graças a seu talento como cantor. Cheio de improvisos e irreverência nos palcos, arrastava multidões aos shows. Sua técnica vocal era peculiar e conseguia brincar com a voz como ninguém de sua geração. Longe das apresentações, no entanto, vivia cercado de polêmicas.

No auge da fama viu sua carreira desmoronar com um fato que marcou o fim de sua vida pessoal e profissional. Simonal foi condenado por extorsão mediante sequestro de seu contador à época. Com isso, teve seu nome envolvido com o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) em plena Ditadura Militar. Esse episódio levou a classe artística da época a desconfiar do cantor, o que provocou seu afastamento e isolamento até o fim da vida, no ano 2000.

Essa e muitas outras histórias do cantor são contadas no “S’imbora, o Musical – A História de Wilson Simonal”. O ator Ícaro Silva foi escolhido, entre mil candidatos, para interpretá-lo.

E no Refrão desta semana, Ícaro fala sobre o musical, o talento, o sucesso e a vida de Wilson Simonal.

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domingo, 20 de dezembro de 2015

Refrão

A química e a música
Marcelo Jeneci parte do seleto grupo da nova geração da música brasileira que têm Tiê, Tulipa Ruiz, Clarice Falcão, Luisa Maita, Toni Ferreira, Maria Gadú, Filipe Catto, Mariana Aydar, Roberta Sá e vários outros artistas. Cresceu cercado por instrumentos musicais e músicos. Seu pai era dono de uma pequena oficina de instrumentos e foi vivendo nesse ambiente que ele pegou gosto pelo piano e acordeon.

Subiu nos palcos como integrante das bandas de Chico César e Arnaldo Antunes, mas percebeu que também poderia cantar. E resolveu se lançar cantor e compositor. Em 2010, lançou seu primeiro álbum: "Feito Pra Acabar". Em 2013, foi a vez de “De Graça”, indicado ao Grammy Latino como melhor álbum de Música Popular Brasileira.

Suas letras e poesias são sempre positivistas e muito do que ele chama de “minhas verdades”. Artistas como Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta, Leonardo e Zélia Duncan, entre outros, já gravaram suas canções. Uma delas “Pra Sonhar” virou uma espécie de trilha sonora de casamentos.
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domingo, 13 de dezembro de 2015

Refrão

Terapia da música

Durante um tratamento contra a Síndrome do Pânico, o médico recomendou que ele fizesse algo que lhe desse prazer. Ele, João Filho, achou que tocar saxofone poderia ajudar no tratamento. A terapia deu certo, e não só ajudou a ele próprio, mas fez bem a outras pessoas. Por onde anda, desperta ouvidos mais atentos e leva um pouco de alegria, ou melhor, de vários sentimentos que a música e seu inseparável instrumento causam.

Bombeiro militar aposentado por um problema de saúde - hérnia de disco -, João Filho sai pelas ruas arrancando de seu saxofone clássicos nacionais como “Garota de Ipanema”, de Vinícius de Morais e Antônio Carlos Jobim, e internacionais como “New York, New York”, de Frank Sinatra. O repertório é recheado de bossa nova e jazz.

O saxofonista também se apresenta em hospitais, na tentativa de amenizar o sofrimento de alguns pacientes, e toca para moradores de rua e pessoas excluídas. E foi justamente em uma calçada de Brasília (DF) que teve um dos encontros mais inesquecíveis de sua trajetória: o músico de quem é fã e que jamais imaginou ver de perto, o cantor norte americano Stevie Wonder. Não só viu, como pegou uma gaita e, gentilmente, tocou com ele, ali mesmo na calçada, a música “Garota de Ipanema”.

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domingo, 6 de dezembro de 2015

Refrão

Ivan Lins é o convidado do Refrão

Ele é um dos mais consagrados cantores e compositores brasileiros dentro e fora do Brasil. Várias de suas canções fazem parte do repertório de grandes nomes da música mundial como Sting, George Benson e Barbara Streisand. O Refrão desta semana recebe Ivan Lins.

Tanto sua carreira quanto suas composições têm grande relação com o país como “Um Novo Tempo”, de 1999. Outra que merece destaque é “O Amor É o Meu País”, que gerou grande polêmica na década de 70, quando foi inscrita em um festival de música. Na ocasião, em plena ditadura militar, a canção foi considerada por muitos como ufanista.

Em conversa com o jornalista Rimack Souto, o cantor e compositor conta que seu primeiro grande sucesso veio na voz de Elis Regina: “Madalena”. Pianista de grande prestigio, a paixão também está declarada em obras como “Lembra de Mim”, “Vitoriosa” e tantas outras.

Atualmente, Ivan Lins vem tocando um projeto musicalmente sofisticado ao lado do guitarrista uruguaio Leonardo Amuedo. O duo apresenta grandes sucessos de Ivan Lins cheio de improvisos e solos marcantes, tornando o piano e a guitarra uma combinação perfeita para músicas perfeitas.

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domingo, 29 de novembro de 2015

Refrão

Uma das revelações da nova música brasileira

Dona de uma voz doce, a ex-proprietária de um Café Brechó certo dia recebeu em seu comércio uma visita inusitada que mudaria de vez sua vida. O cantor, violonista e compositor Toquinho a inseriu no cenário musical. Depois de turnês pelo Brasil e Europa acompanhando o cantor, ela gravou seu primeiro álbum, “Sweet Jardim”, em 2009. O disco trouxe dez faixas autorais.

Dois anos mais tarde, ela voltou a lançar mais uma semente. Desta vez o voo teve o título de “A Coruja e o Coração”. Mais uma vez, a MPB e o pop folk foram os tons dados ao trabalho com letras autorais e releituras. Entre elas, destaque para "Só Sei Dançar Com Você", de Tulipa Ruiz, e a empolgada e engraçada balada folk "Você Não Vale Nada", famosa na voz do grupo de forró Calcinha Preta.

O terceiro álbum de Tiê vem depois de um período mais longo de pausa. Como ela define, “um vácuo musical”. “Esmeraldas”, enfim, saiu em setembro de 2014. Letras simples, escritas em português e inglês, sem grandes invenções sonoras, mas tudo com muito capricho.

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domingo, 22 de novembro de 2015

Refrão

'O show tem que ter um lado teatro'

Cantora, compositora e percussionista, ela prefere não ser rotulada “disso ou daquilo”. “Eu gosto é de música”, diz. No entanto, prefere a Música Popular Brasileira e não esconde o prazer em ouvir e cantar uma boa canção nordestina, tanto que já fez um show: “Anne canta seu Lua” em homenagem ao “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga.

Com uma voz aveludada e um repertório de alta qualidade, a cantora encanta o público de todas as idades. Interpreta desde cantores e compositores contemporâneos como Lulu Santos, Maria Rita, Herbert Vianna, aos clássicos imortais de mestres da MPB como Tom Jobim e Cartola. 

Anne Evans também fez teatro musical, canto e ballet clássico. Suas apresentações são sempre performáticas. Como ela diz, “o show tem que ter esse lado teatro”. Como performer, ela acredita que as apresentações vão além da música e têm que envolver o público numa imersão visual que completa as canções. Mostra disso é o primeiro clipe que gravou com a música “Fever” , com uma proposta burlesca.

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domingo, 15 de novembro de 2015

Refrão

Da garagem para os palcos

Jovens amigos cheios de ideais: assim é possível definir a banda Distrito 61. Ela surgiu a partir da amizade entre os vizinhos Ítalo Salles – Vocal; Carlos Filipe - Guitarra Solo; Everton Santos - Guitarra Base; Yeltsin Suares – Baixo; e Felipe Álex – Bateria. O som é o pop rock com suas influências nacionais e internacionais como Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Guns N’ Roses, Talking Heads, Pearl Jam e por aí vai. 

Depois das “brincadeiras” de cantar e tocar na garagem de casa, as coisas começaram a ficar sérias. O jeito foi prosseguir de uma vez por todas, mas com outro olhar, ou seja, a brincadeira tinha que ser levada a sério. Eles resolveram sair da garagem para os palcos. “Depois de gravarmos o clip da música Flores e ver o resultado, ver que ficou bom, resolvemos, então, parar tudo para decidir que rumo iriamos tomar”, conta o vocalista, Ítalo Salles.

Desde então, o grupo passou a se dedicar mais à música. A amizade e a parceria aumentaram. A proposta de um CD independente está nos planos, mas ainda sem data de lançamento. Cada um tem seu estilo e preferências musicais diferentes, mas na hora que se juntam no Distrito 61, a pegada é uma só.

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domingo, 8 de novembro de 2015

Refrão

Música para a alma e o coração das pessoas

Théo é músico multi-instrumentista e apresenta seu primeiro trabalho solo como compositor e cantor com o EP “Théo – Dias de paz”. Tocar o coração e a alma das pessoas: essa foi sua ideia ao escrever as canções. Ele destaca que as situações vividas pelas pessoas no cotidiano são sua inspiração.

Théo conta que esses momentos o fazem refletir, cada vez mais, sobre a vida. E diz compartilhar o desejo de uma sociedade mais humana, consciente dos seus verdadeiros valores e essência.

Seu disco de estreia traz cinco faixas inéditas gravadas sob esse olhar. Os títulos de suas obras, por si, já esboçam esse sentimento: “Refletir”, “Onde Meus Passos Me Levarem”, “Luz Interior” e “Despertar”. Destaque para “Dias de Paz”, que leva o nome do EP lançado em 2013.

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domingo, 1 de novembro de 2015

Refrão

Cristiane Goulart é a convidada do Refrão desta semana

“O artista vive de contemplação. O artista que não contempla não respira, não tem tempo, não consegue criar”, essa é a receita da cantora Cristiane Goulart para dar vida à sua inspiração ao escrever canções.

Dona de uma voz marcante, ela chegou a desistir de cantar, mesmo que de brincadeira, depois de ser reprovada no teste para o coral da igreja. Mas, influenciada por um tio e incentivada pela mãe, resolveu voltar a escrever poesias e transformá-las em canções.

O talento e a dedicação lhe renderam três CDs: “Alquimia”, “Aos Poucos” e “Sentidos”. E já se prepara para o quarto trabalho autoral.

Formada em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Marketing, a Música Popular Brasileira e o Pop Rock são suas preferências e influências musicais.

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domingo, 11 de outubro de 2015

Refrão

No embalo do Rock Rural

A dupla está na estrada há mais de 40 anos. Reúne fãs de todas as idades. O repertório é bem variado, com misturas country rock, baiões, xotes, xaxados, e música caipira de raiz do interior de Minas Gerais e São Paulo.

Antes de ser dupla, Sá e Guarabyra dividiam o palco com Rodrix (1970 -1974), no Rio de Janeiro. Sá lembra que a música “ficou ainda mais “estradeira” a partir das viagens com Guarabyra a Minas Gerais”.

Os cantores ficaram bastante conhecidos com as músicas Sobradinho, Cheiro Mineiro de Flor e Pirão de Peixe com Pimenta. Foram mais de 20 composições que fizeram parte de trilhas sonoras de novelas da TV Globo nos anos 80. O Rock Rural de Sá, Rodrix e Guarabyra também sacudiu o Rock in Rio III em 2001.

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domingo, 26 de julho de 2015

Refrão

Música eletrônica com a cara do sertão nordestino

Sergipano de nascença, mas pernambucano por adoção e de coração. Assim se sente o cantor, compositor, design e DJ Helder Aragão, conhecido como DJ Dolores.

Ele não é um simples DJ que agita as baladas pelo Brasil. Nem é reconhecido, apenas, pela mixagem das batidas eletrônicas. Mais que isso, é  responsável por trilhas sonoras de filmes marcantes do cinema brasileiro e peças de teatro. Participou do movimento musical Manguebeat, nos anos 90.

DJ Dolores é precursor na mixagem de batidas eletrônicas com música regional, em especial a nordestina. Aliás, a mistura dos ingredientes da cultura pernambucana com rock, dub e eletrônica, entre outros experimentos, fez seu som chegar a emissoras de rádio e festivais de dança e música de vários países.

Quer conhecer o trabalho do DJ Dolores? Então não perca o Refrão.

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domingo, 28 de junho de 2015

Refrão

Wilson Simoninha está no programa Refrão desta semana

Vinte anos de carreira e muitas histórias para contar. O Refrão desta semana recebe Wilson Simoninha ou, simplesmente, Simoninha, como é conhecido, filho do cantor e compositor Wilson Simonal, irmão do também cantor e compositor Max de Castro.

Durante entrevista no Refrão, o cantor fala sobre a parceria de seu pai com Jorge Ben Jor. Lembra sua proximidade com o cantor desde criança, o que acabou rendendo uma parceria com o cantor e a Banda do Zé Pretinho.

“Ir aos teatros, aos estúdios, ter instrumentos em casa, é muito natural esse universo da música para mim”, diz Simoninha, ao contar como se envolveu com a música. Ele lembra, ainda, que aos seis anos de idade já atuou em um trabalho musical ao participar de um disco da Turma da Mônica na voz do Cebolinha.

Quando o assunto são seus projetos, revela, ainda para 2015: além da turnê de seus mais recentes trabalhos, o disco Alta Fidelidade, realiza shows pelo país com o maior bloco de carnaval de São Paulo - Acadêmicos do Baixo Augusta. Mas, antes mesmo de lançar um novo disco, quer se apresentar com cantoras com quem já formou duos, como Maria Rita, Claudia Leite, Negra Lee, Luiza Possi e muitas outras.

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